12/01/17

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aqui há anos tive uma professora de inglês que, por acaso, era francesa (o que não é relevante, apenas vem colorir a história) e que detestava a incoerência lusa. tinha vários exemplos práticos, mas o que fixei e que se entranhou é o seguinte: se estamos a desenvolver um raciocínio não faz sentido dizer/escrever «por outro lado», se ainda não houve um «por um lado». é sempre essencial apresentar devidamente a premissa inicial, para ser posteriormente rebatida e levar à mais adequada conclusão.
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apesar de ser pouco simpática e de ser francesa (continuo a achar que esta era uma coincidência), acho que foi a melhor professora de inglês que me calhou na rifa. mesmo contando com os ingleses.

3 comentários:

Anónimo disse...

As logomaquias disfarcadas de silogismos ! A burguesia de escribas que chafurda nas cloacas do estado esta cheia disso

rita disse...

percebo, houve um funcionário público que se descontrolou, atirou um dicionário à sua cabeça e agora o anónimo sente a necessidade de insultar a despropósito todos os que servem a res publica, mas com palavras compridas, sempre fica mais erudito.

anyway...
(presumindo que trabalha no sector privado) o seu comentário serve para ilustrar que defender conclusões precipitadas sem que todas as premissas estejam expostas não é exclusivo da administração pública e de quem a serve, mas sim uma situação generalizada no país. o que, afinal, era o que pretendia ilustrar com post.

mais insultos não serão, obviamente, publicados.
desejo-lhe um bom ano, com um pouquinho menos de fel.

Anónimo disse...



Não era minha intenção insultar a ap não !

Muito menos a partir deste seu cantinho, tenho até que reconhecer que há saber e competência

Já quanto à burguesia de escribas há - de convir que estão presentes quer no publico quer no privado e são eles que têm as rédeas da carroça EP

New year greetings