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18/05/09

clóvis sentia-se enclausurado, a vida como jardineiro de claustros estava a revelar-se demasiado quadrilátera.
tinha de voltar a dedicar-se à leitura dos classificados...

14/02/09

clorinda lembrava sempre com simpatia o dia em que clóvis lhe declarou o seu amor.
foi após ele ter caído da árvore à qual tinha subido para apanhar umas clementinas para o lanche deles e antes de ter desmaido com as dores que clavícula partida lhe causou.

25/01/09

certo dia clóvis chegou a casa a claudicar ligeiramente. clorinda ficou com a pulga atrás da orelha, "o homem sempre reparou onde põe os pés", pensou ela, "será que estava a olhar alguma moça?"
quando confrontou clóvis, este clamou inocência, que ela estava a ser injusta e que não tinha culpa do mau estado dos passeios. amuado, foi tocar sua clarineta.

27/11/08

nos seus tempos livres, clóvis tocava clarineta e esforçava-se por aperfeiçoar o seu domínio das peças de claudio santoro.
clorinda, que tinha medo de ratos, não achava muita graça a este hobby do marido. preferia que ele se tivesse dedicado à plantação de ervas aromáticas, sempre lhe era mais útil para o governo da casa.

24/11/08

clóvis sentia que a sua vida era incompleta até ao momento em que se tomou de amores por clorinda.
casaram e a alegria nas suas vidas foi aumentada com a chegada de clodomiro, clítia e clélia. só o nascimento de maria isabel, a caçula, trouxe uma certa sombra à felicidade de clóvis, mas lá acabou por se conformar ao apreciar os seus encantadores caracóis louros. um pai ama os seus filhos apesar destas pequenas vicissitudes.