quase chegando ao meio de janeiro, sou atingida pela mesma necessidade de há décadas a esta parte: preciso de entrar num estado de quase-hibernação, enroscada no sofá, com uma manta quentinha e um bule de chá à beira (pode ser de camomila e erva-doce, a minha nova predileção). perante este cenário, podia ir alternando entre séries que passam na televisão, pilhas de livros por ler e a música de agnes obel.
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era até março, pelo menos.
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