Voltei a página em busca de mais informações, mas a folha seguinte referia-se ao caso de Paula-Anne Brunner, segunda vítima do assassino. A declaração do seu marido dizia que, no dia em que fora assassinada, a sua «pobre senhora» fizera mais ou menos a mesma coisa que fazia em qualquer outro dia. Alimentara as galinhas, recolhera os ovos, vendera-os aos vizinhos e a uma ou duas lojas da cidade.
«A única coisa nova que fez», queixou-se o esposo lastimoso, «foi deixar-se matar!»
a páginas 84, de crítica da razão criminosa, do duo michael gregorio, ed. d. quixote, sublinha-se o óbvio: é um risco sair do trilho e fazer algo diferente.
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