durante uma tarde artur decidiu que gostaria de ser letrista e, para marcar a diferença no panorama musical português, iria escrever letras inteiras só com metade das letras do alfabeto. iria ser complicado resistir ao "r" e ao "s" em metade da sua obra, mas gostava de desafios.
depois acendeu o seu cigarro electrónico, sentiu que o fumo lhe fazia falta para chamar a inspiração, levantou-se para ir comprar cigarros e nunca mais voltou.
5 comentários:
Mas será que já te disse o quão genial eras? Se não, lapso meu - se sim, não tenho mérito algum, era evidente...
o gajo que saiu para comprar tabaco e nunca mais voltou. um clássico
meus caros, são demasiado gentis... mas o verdadeiro clássico é o que sai para comprar cigarros e volta passados 20 anos. o artur não voltou, é um homem de convicções e disléxico, nunca mais conseguiu dar o o n.º 22-B, 2º andar A, batia sempre ao n.º 22-A, 2.º, C. é tramado.
Perdeu-se um grande letrista. Volta, Artur!
Mais genial do que genial é pegar num clássico e torná-lo inovador!
Foi o que acontceu aqui!
Viva o meu génio preferido!!!
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