dei por mim a pensar em temas tipicamente portugueses como a louça das caldas, o fado, ditados como "de espanha nem bom vento, nem bom casamento" e (entusiasmada com as recentes produções de ficção dos canais de televisão portugueses) vampiros na área da grande lisboa.
nesta última matéria, e do pouco que consegui ver antes de achar que ia ter pesadelos*, fui atacada por uma dúvida existencial: para quando vampiros caseiros, com os seus caixõezinhos humildes (mas muito asseados), as senhoras vampiras com buçozinho, os senhores com bigodaça e barriga proeminente e todos a falarem "axím"?
parece-me que apenas quando assumir o regresso à raízes mais puras do imaginário luso poderá a ficção nacional atingir o seu auge.
*uma rapariga sensível tem de zelar pela boa qualidade do seu sono.
3 comentários:
mas olhe que o vampiro teria de ter à mesa um bom queijo aí dos Açores. Seria imperdível.
http://palavrassemjeito.blogspot.com
Grande ideia, devias produzir uma série nacional, até era capaz de ver.
sim, novo visitante samnio, os meus vampirinhos até têm direito a um galo de barcelos na chaminé, não quero que lhes falte nada!
rogério, acho que se vê pior nas televisões portuguesas ;)
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