A liberdade é o poder que pertence ao homem de fazer tudo o que não
prejudique os direitos de outrem: ela tem por princípio a natureza, por regre a
justiça, por salvaguarda a lei; o seu limite moral está contido nesta máxima: Não faças aos outros o que não queres que te façam a ti.
este é o texto do artigo 6.º da constituição francesa de 1793.
também gosto muito do artigo 35.º (embora seja um pedacinho mais radical, admito):
Sempre que o Governo viola os direitos do povo, a
insurreição constitui, para o povo e para cada porção do povo, o mais sagrado
dos direitos e o mais indispensável dos deveres.
2 comentários:
a insurreição sim, mas essa não é para este "jardimzito", comprado pelo governo socrateano; não para um povo acomodado que só pensa no seu umbiguo e que nada quer pensar pois cansa, doi...
Algúém que o faça por "mim"...
de todo acho radical o artº 35. Há hoje falta de radicalismo positivo. Vigora o "laissez faire laissez passer" de quem não quer raciocinar, ou lutar por algo.... a globalização trouxe a massificação do pensamento e o descanso dos governos. faz-me lembrar o livro 1988, onde tudo é controlado, pois é melhor obedecer do que ter iniciativa!!!
Hoje em dia, não se altera muito mais as coisas que antes de nós ja foram feitas! Em termos de raízes humanas e leis feitas para humanos.
Há.. é certas -novas e melhoradas- formas de se fazer muita coisa! Entre elas, acabar com a liberdade de alguém sempre que se quiser!
Dias de hoje..enfim
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