frustações telefónicas de uma filha (ou dramas-pelos-quais-os-filhos-únicos-não-passam):
- bom dia mamã, bem disposta?
- já não és a primeira! eh! eh!
posto isto, tenho de acrescentar à lista de coisas a fazer no próximo dia da mãe lembrar-me de tentar ganhar a corrida dos telefonemas (ou então, desistir da minha teoria que as lojas não têm de ganhar com estas datas fabricadas, e comprar-lhe uma oferta catita).
1 comentário:
Para não ceder ao mercantilismo dos afectos o melhor é comparecer , desde que possível, em carne e osso. Ou então algumas palavras de conforto.
Aos presentes não devem ter data, apenas devem depender da nossa vontade.
É impossível fugir ao consumo, o conveniente é sermos nós a escolher o timing do que consumimos.
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