07/05/06

frustações telefónicas de uma filha (ou dramas-pelos-quais-os-filhos-únicos-não-passam):

- bom dia mamã, bem disposta?
- já não és a primeira! eh! eh!

posto isto, tenho de acrescentar à lista de coisas a fazer no próximo dia da mãe lembrar-me de tentar ganhar a corrida dos telefonemas (ou então, desistir da minha teoria que as lojas não têm de ganhar com estas datas fabricadas, e comprar-lhe uma oferta catita).

1 comentário:

Midas disse...

Para não ceder ao mercantilismo dos afectos o melhor é comparecer , desde que possível, em carne e osso. Ou então algumas palavras de conforto.
Aos presentes não devem ter data, apenas devem depender da nossa vontade.
É impossível fugir ao consumo, o conveniente é sermos nós a escolher o timing do que consumimos.