18/04/06


o açoriano oriental, o mais antigo jornal português, faz hoje 171 anos.
e arranjou este logotipo novo todo catita.

5 comentários:

Midas disse...

O símbolo não é o de sempre, não se usa sempre o mesmo passaroco por essas bandas.
Ai, ai, ai… por onde anda essa originalidade?
Podiam colocar um subtítulo, isso sim, do género: “O voo do açor oriental”, ou “O Jornal em território português mais próximo dos Estados Unidos”, livra…
Ainda por cima na edição de hoje o maior destaque vai para o Gabriel o pensador, isto é um jornal académico? Um Açor que se dedica ao Hip Pop.

Um bom dia.

Danny disse...

Nunca li, nem vi. É o único que tenho a dizer. Tenho dito.
Bjs

César disse...

Catita? Discordo em absoluto.

O novo logótipo parece inspirado nos pacotes de manteiga Milhafre (e dos antigos).

Depois, a caligrafia lembra-me os jornais do século XIX, como o Século ou coisa que o valha.
Não foi por acaso que o DN abandonou esse mesmo estilo nas letras garrafais que dão o nome ao jornal.
Mas não. Os responsáveis do Açoriano acham que não, que o novo logótipo traz frescura. Um verdadeiro "case study" para os alunos de "marketing".

A única coisa positiva que se encontra nesse novo simbolismo é que denuncia muito bem a idade do jornal: os tais 171 anos.

Vou mudar a minha fralda (que já se encontra cheia) e comer as papas de aveia com pão e manteiga (Milhafre), tal foi a fome que este tema me deu.

Haja saúde, que é o mais importante.

rita disse...

ò FQS, que má vontade... por acaso não desgostei do novo açor, parece-me melhor que a versão anterior.

e, lamentavelmente, não me posso pronunciar sobre a evolução do grafismo dos pacotes da manteiga Milhafre, cá em casa é mais manteiga corisca :p

midas, tens razão, o passaroco usa-se a torto e a direito por estas bandas, ele é "açorcobre", "açorilhas", "açoraves", e acho que também há "açortunning" (embora não tenha encontrado na lista telefónica para confirmar). o que é um pedacinho irritante é que a ave de rapina que por aqui voa é o milhafre (o dito que dá nome à manteiga da ilha Terceira).

e o jornal não é o mais próximo da américa... esse título caberá a algum jornal local da ilha das Flores, nem é académico, mas tem umas opções de notícias estranhas, portanto, amigo danny, provavelmente também não perdeste muito por nunca te teres cruzado com ele.

no entanto fez 171 anos e não são todos os que se aguentam durante tanto tempo.

Blossom disse...

O semanário da minha terra tem 126 anos... e pela qualidade do dito cujo, acho memorável ter-se aguentado mais de 10 anos... só tem notícias da treta (tipo, as cusquices lá da zona, com fraca qualidade jornalistica e fraca edição gráfica! Mas lá se vai aguentando e sobrevivendo à concorrência, que começa agora a ser mais que muita (note-se que a qualidade da concorrência é do mesmo nível, senão pior!)