um bocado mais calma depois da reunião de condomínio de ontem, vejo-me obrigada a fazer um correcção: retiro a parte em que mandei as pessoas antipáticas para trás-os-montes, e acrescento que não queria, de todo, insultar os transmontanos, nem desejar-lhes a triste sina de ficarem com todos os carapaus de corrida que atacam neste país.
em alternativa, teria de mandar os ditos carapaus (talvez na companhia dos candidatos presidenciais, para aproveitarmos o desconto de grupo na viagem) passar férias para algum sítio embirrento, inóspito e, de preferência, bem longe. a escolha não é fácil, por exemplo, o deserto do kalahari tem os bosquímanos que, desde "os deuses devem estar loucos", são um povo que me inspira simpatia, logo, não lhes desejo má companhia; no deserto de gobi, além de alguns chineses e alguns mongóis que nunca me fizeram mal nenhum (e que, portanto, também não merecem castigo tão severo), também tem uns cavalos engraçados que, parece, estão em vias de extinção, logo, não lhes vou mandar carapaus antipáticos; na zona do polo norte não há gente nem bichinhos para incomodar... mas há grandes massas de gelo que os antipáticos podiam aproveitar para derreter para inundar o resto do mundo, na sua vingança pelo ostracismo a que foram votados...
isto não está nada fácil. vou deixar o assunto em banho maria durante uns tempos, pode ser que, quando menos espere, me venha uma solução brilhante.
para esta ligeira melhoria de disposição contribuiu o facto de ter decidido investir na nova promoção da tmn que me permite falar à borla, depois de pagar 0,19 cêntimos no primeiro minuto (e 7,5 € de subscrição), o que quer dizer que estive a falar durante bastante tempo com o meu transmontano preferido que, actualmente, explora tudo o que há para saber sobre a ilha do porto santo.
posto isto, cá vai um beijinho para o valter.
3 comentários:
Acho bem.
Já agora também és a minha açoreana preferida, :). Bjinhos.
P.S.: concordo em mandar os candidatos a «plesidente» para o espaço, para a nova lua que se descobriu em Plutão. Acho que lá não iam incomodar ninguém e ficavam bem longe.
Por que é que não os fritas, simplesmente?
a ideia de os fritar é muito boa.
podíamos até aproveitar e chamar os senhores do guiness book of records:
fazíamos uma bela refeição, ficávamos com menos desagradáveis, e ainda conseguíamos ter mais um record para Portugal.
muito obrigada, Tiago, belo contributo ;)
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