18/07/18

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diz que “os maias” vão deixar de ser de leitura obrigatória no secundário. não me parece mau de todo, eu, leitora compulsiva, admito que só li o resumo da europa-américa. já se estivéssemos a falar de “a relíquia”, “a ilustre casa de ramires”, “a cidade e as serras” ou “o crime do padre amaro” ficava bem mais contrariada.

16/07/18

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a propósito da invasão de turistas que se dá neste país, lamentava-se uma amiga que já não bastava a língua portuguesa ser maltratada em cada esquina e café, agora também maltratamos a língua inglesa. haja democracia.

12/07/18

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no pescoço do rapaz à minha frente no metro estava escrito: Anita Não fales Sente!! não sei o que mais me preocupa, se a estranha pontuação, se a ordem em si, se o facto de não se poder apagar da pele.

11/07/18

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artur não gosta da ausência de rotinas nas férias, nem de viagens ou sequer de ímans de frigorífico. deixa-se ficar em casa, a riscar pandora que possam no calendário.
é um autêntico prisioneiro da rotina, pobrezinho.

04/07/18

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o maestro olha para a pauta da música que estamos a ensaiar para um miniconcerto no domingo e pergunta: “isto não falta aqui um compasso?”
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e eu penso: “isto não augura nada de bom...”

03/07/18

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estou em fase de me debruçar sobre a realeza inglesa: vou intercalando o acompanhamento das roupas das kates e meghans desta vida, com documentários sobre o período antes/durante e depois da reforma religiosa.
tenho a dizer que, até agora, formei uma opinião muito positiva de catarina de aragão.
quanto à realeza contemporânea, é muito menos interessante.