basta ter de escrever mais um bocadinho à mão para ser a primeira a reconhecer que me deviam ter obrigado a usar cadernos de duas linhas até ao 12º ano. além disso, também não tinha saudades da mossa na falanginha que a pressão da esferográfica causa.
e, apesar deste sofrimento, ainda não é desta que estou a tratar do grande romance português da década de '10.
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