por vezes, artur gostava de contemplar a vida que corria à sua volta, como se ele estivesse ao ralenti, enquanto o resto das pessoas se movimentava nos seus ritmos mais ou menos alucinantes, para executarem tarefas que imaginava mais ou menos comezinhas e nada justificativas de frenesim.
depois levava um encontrão, quase que ia parar à linha do metro, e atinava.
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