hoje foi «aquele» dia do mês, em que:
- o aparelho das portas transparentes do metro me informou que o passe estava inválido;
- em que voltei para a máquina automática (agradeci por não estar mais ninguém a precisar) e carreguei o passe por mais 30 dias;
- voltei às portas transparentes que, desta vez, se abriram e me deixaram passar para a cidade subterrânea;
- corri, com a saia rodada a esvoaçar encantadoramente e muita compostura (espero eu) e consegui apanhar o metro às 9.04;
- durante os minutos que se seguiram até à estação de destino, avancei um bocado no livro.
no regresso a casa também consegui lugar sentada e vim a ler o tempo todo. o que se passou no intervalo também não foi mau.
foi um bom dia.
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