artur preferia sempre que lhe dissessem mentiras caridosas, conversas simpáticas que lhe facilitassem a vida e o convívio social.
a verdade só lhe interessava quando estava a estudar as suas aplicações bancárias, já que algum fundo de maneio era o que lhe permitia viver na doce ilusão de que tudo lhe corria bem.
1 comentário:
Eu gostava que o meu banco me mentisse!
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