artur tinha duas aspirações para a sua vida: ou ser o primeiro queniano branco a ganhar uma maratona ou ser presidente da assembleia da república.
enquanto não conseguia a nacionalidade queniana ou estabelecer relações de confiança e de consonância com os restantes cidadãos do país, continuava a trabalhar no matadouro municipal (como telefonista, já que não suportava ver sangue). os delírios não lhe garantiam a subsistência.
2 comentários:
Mais uma genialidade incompreendida - desperdiças-te no código civil, miúda!
obrigada, obrigada... mas os delírios também não me garantem a subsistência, vendo-me à função pública e às tristes linhas jurídicas. é tramado.
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