ando a desenvolver esta teoria: a disponibilidade que uma pessoa apresenta ao mundo através da sua ligação às novas tecnologias de comunicação é inversamente proporcional ao gasto que quem nos interessa lhes dá.
o que me leva à outra teoria: quem nos interessa, se calhar não interessa.
tudo questões que não se punham no tempo do uso exclusivo do telefone fixo. na época pré-máquinas de gravação de mensagens, claro.
3 comentários:
O mesmo se aplica a quem nos manda piropos na rua. Nunca se trata de um cavalheiro jeitoso e inteligente: é sempre um badameco.
é bem verdade, cara menina.
a vida é uma sucessão de injustiças cósmicas e falta de respeito pelo princípio da reciprocidade (no caso, se somos giras e temos o telemóvel ligado, um miúdo giro tinha obrigação de nos ligar para dizer um piropo à nossa altura...)
"o que me leva à outra teoria: quem nos interessa, se calhar não interessa"
ui. mas que bem dito
Enviar um comentário