03/02/11

ando a desenvolver esta teoria: a disponibilidade que uma pessoa apresenta ao mundo através da sua ligação às novas tecnologias de comunicação é inversamente proporcional ao gasto que quem nos interessa lhes dá.
o que me leva à outra teoria: quem nos interessa, se calhar não interessa.

tudo questões que não se punham no tempo do uso exclusivo do telefone fixo. na época pré-máquinas de gravação de mensagens, claro.

3 comentários:

Menina da Rádio disse...

O mesmo se aplica a quem nos manda piropos na rua. Nunca se trata de um cavalheiro jeitoso e inteligente: é sempre um badameco.

rita disse...

é bem verdade, cara menina.
a vida é uma sucessão de injustiças cósmicas e falta de respeito pelo princípio da reciprocidade (no caso, se somos giras e temos o telemóvel ligado, um miúdo giro tinha obrigação de nos ligar para dizer um piropo à nossa altura...)

euexisto disse...

"o que me leva à outra teoria: quem nos interessa, se calhar não interessa"

ui. mas que bem dito