nos seus tempos livres, clóvis tocava clarineta e esforçava-se por aperfeiçoar o seu domínio das peças de claudio santoro.
clorinda, que tinha medo de ratos, não achava muita graça a este hobby do marido. preferia que ele se tivesse dedicado à plantação de ervas aromáticas, sempre lhe era mais útil para o governo da casa.
2 comentários:
A clorinda tem toda a razão!! há que pensar no futuro e colocar comida na mesa... os tempos não estão de cigarras das de formigas avarentas e inteligentes. A ver se clorinda ainda arranjava uma banca e vendia as ervas aromáticas, livrava-se das "guerduras" (como diz a empregada da minha tia), tirava fregueses às farmácias, pois já não precisavam de tomar quimicos para reduzir o colesterol.
as senhoras são sempre mais práticas e sensatas...
pelo menos, as que eu invento ;)
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