estou a perder qualidades no meu acompanhamento ao que se passa neste país (já para não falar do meu acompanhamento das brilhantes ideias alheias que eu gostava de ter tido), só hoje reparei neste artigo de opinião de maria filomena mónica, de 04-07-2008, no público... posto isto, faço uma cópia do parágrafo final.
À volta da elite burocrática sediada no Ministério da Educação, existe hoje um enxame de “especialistas” que determina o que é, ou não, “correcto”. Os exames que elaboram poderiam ser substituídos por uns papeluchos como os do Totobola, nos quais os alunos fariam ao acaso umas cruzinhas, sendo estas posteriormente contadas por uma máquina. O actual secretário de Estado da Educação e os seus anões não pertencem à tradição humanística que fez a glória da cultura ocidental, mas a uma corrente pedagógica que vê o aluno como um robot e o professor como uma máquina registadora. O Português não é a sua pátria.
1 comentário:
nim vendo
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