parece-me que a cara que a cabeleireira fez quando lhe pedi para me explicar da importância de por um creme qualquer no cabelo antes de o secar (enquanto lhe explicava, atabalhoadamente, que nunca estico o cabelo), só é comparável à cara que eu faço quando os meus arguidos me explicam que, por terem cometido um furto, não merecem pena, porque não mataram ninguém... o horror perante a ignorância de um facto básico da profissão.
por fim, tal como os meus arguidos, lá me conformei com a situação, e desembolsei uma fortuna pelo dito creme...
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