maria foi apresentada a manel numa festa de anos de um amigo comum e ficou muito mal impressionada, achou que era mais um parvalhão que só sabia falar de si próprio, das suas façanhas como antigo forcado, do sucesso da sua empresa fictícia, graças a um contabilista particularmente criativo, como era boa pessoa e gostava de agradar às mulheres (nesta parte, punha um sorriso que pretendia querido e cúmplice).
manel adorou conhecer maria, achou-a de uma serenidade contagiante, bonita e, acima de tudo, uma óptima ouvinte.
quando manel, no fim do jantar, lhe pediu o número, maria enganou-se na ordem dos números e, mais tarde, avisou o amigo aniversariante para nunca esclarecer o engano.
2 comentários:
É impressão minha ou os advogados não gostam de contabilistas?
eu não tenho nada contra contabilistas, muito pelo contrário, sabem fazer coisas que eu acho completamente extraordinárias e me fazem alguma inveja.
a referência ao contabilista, neste caso, foi uma lembrança de uma conversa que sofri aqui há uns tempos... e foi dita por um sujeito que não era licenciado sequer.
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