hoje tive um impulso consumista e - no intervalo do passeio por lojas de roupa de menina, confesso - resolvi entrar na bertrand do centro comercial parque atlântico (em ponta delgada, naturalmente) à procura de um livro de jacinto lucas pires.
descobri que agustina bessa luís, antónio lobo antunes, moita flores, inês pedrosa e margarida rebelo pinto, são autores que têm direito a mais de 5 livros (cada um) na estante de autores portugueses.
também reparei que fernando campos se destaca, especialmente porque as lombadas dos seus livros são grandes, e que mário de carvalho só merece 2 livros nas prateleiras.
de jacinto lucas pires só havia uma peça de teatro (não era o que eu estava à procura).
contraria-me o fraco stock de livros nestas livrarias, além dos bestsellers da moda, pouco se encontra.
2 comentários:
Mas o problema não está apenas na dimensão das livrarias. O maior dos problemas reside na política dos livreiros. A fnac ou a Bertrand do chiado têm uma dimensão considerável, mas dedicam espaços abusivos a literatura de “trituração”. Querem vendas...
Naturalmente que o problema, em Ponta Delgada, se torna mais grave porque essa cidade fica numa ilha, perdida, no Atlântico e a oferta torna-se reduzida porque não há livreiro com coragem de investir numa ilha tão pequena… e se isso afunda?
Lá se vai o investimento.
por acaso, ainda não tive oportunidade de ir procurar a outra livraria local (solmar) que costuma estar melhor fornecida, e que, inclusivamente, aposta em edições de autores locais - o que é muito salutar.
em último caso, viro-me para as encomendas on-line, tal como sou obrigada a fazer para os livros técnicos.
quanto à possibilidade de a ilha afundar... longe vá o agouro :p
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