não é para me gabar, mas...
- desastrada como eu sou,
- com a (falta de) sorte tão própria que me caracteriza,
- e, por último, considerando que, a maior parte do tempo, me parece que a minha vida não passa de um filme de animação (de um mau realizador, ainda por cima)...
2 comentários:
já agora para o mundo dos vivos ou dos mortos?
bem... tendo em conta que o mundo dos mortos tem a fantástica orquestra de esqueletos, e uma postura muito própria que advém do facto de "pior do que estão, não podem ficar", acho que é a opção mais animada (no caso concreto do filme, claro)
;)
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