17/08/05

aproximando-se, perigosamente, a data das eleições autárquicas, as afirmações bombásticas ganham um novo alento, por isso, cá vai este bonito exemplo : Valentim Loureiro acusa Marques Mendes de ser um «pequeno ditador».
que é facto que o senhor não é muito alto, ninguém o pode negar, mas ditador? se calhar até é... já estou por tudo. o que me parece, assim de repente, é que o major é o ditador da sua rua, e que não gosta é de ser contrariado por outro senhor com competências sobre várias ruas. depois apanha os microfones da comunicação social à frente, e pronto... aqui vai disto: a piada fácil misturada com a retórica política lusa, podia era refrescar o reportório.

ainda falando em pessoas poucos altas, e em sistema ditatorial, parece que, na china, os trabalhadores de uma empresa petrolífera, que tinham sido despedidos, afinal são readmitidos, mas desde que apresentem um certificado que prove que, entretanto, se divorciaram (Oil workers trade in marriages for a job, na reuters, é suposto ser fidedigno). a lógica desta medida escapa-me um bocado, mas deve ser porque o meu conhecimento da lei e da lógica da sociedade chinesa é quase nulo. mas, se calhar, até uma medida muito sensata (no sentido de animar o tecido social da zona). ou, se calhar, este mundo está cada vez mais doido...

NOTA- a ligação entre os dois parágrafos foi um bocado forçada. há chineses bem altos, especialmente os do norte da china, onde se passa este episódio. os do sul, é que tendem a ser mais baixos. peço desculpa aos numerosos leitores de origem chinesa por ter cedido à piada fácil.

1 comentário:

Anónimo disse...

Eu como trabalhador chinês sinto-me ofendido por esse comentário depreciador e claramente discriminatório que foi proferido contra a minha raça. Nós (leia-se - chineses) não somos baixos, só gostamos de poupar espaço.
Posto isto, falando da feira que já está a começar (eleições autárquicas)não tenho nada a dizer. É o circo do costume, com os palhaços de sempre e um ou dois novos malabaristas.
Salvo melhor opinião,

Valter

P.S.: Beijinhos.
NOTA: o P.S. acima referido não deverá ter conotações políticas.