precisava de um pirex para fazer um crumble de maçã?
precisava de um crumble de maçã para comprar um pirex?
e, o que verdadeiramente importa:
será que o crumble de maçã vai ficar bom com farinha de alfarroba?
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quem diria que a farinha sem fermento seria coisa para esgotar nestes dias?
e agora, para um exercício diferente: o rato roeu a rolha da garrafa de rum do rei da rússia.
repetir várias vezes, cada vez mais rápido.
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deve dar para entreter durante uns 5 minutos.
dediquei-me ao comércio on-line:
- já encomendei roupa de deporto (na esperança de retomar o ginásio num futuro não muito distante);
- e já encomendei policiais nórdicos (são sempre fonte de boas ideias).
agora que já estava a pontos de ir correr para a rua (já que o ginásio está fechado, e mesmo antes de ter fechado já eu tinha deixado de lá ir por conta da cautela e dos caldos de galinha) parece que não me vão deixar. bolas.
(aditamento: por enquanto, pode. mas o tempo virou e está de chuva... só contrariedades)
sempre gostava que me dissessem da vantagem de usar máscaras no queixo, é que não saía de casa desde 2.ª e hoje cruzei-me com umas 3 pessoas a passearem máscaras como um acessório super-moderno.
e depois voltei para casa, com legumes e mais trabalho para despachar.
fui buscar o termómetro que comprei quando foi do surto da gripe a.
a boa notícia é que não o usei durante anos e parece que a pilha ainda está boa.
a má notícia é que não sei se, por não o ter usado durante tantos anos, estará muito fiável.
à pala do vírus vim no metro à conversa com a ana e com a helena. há anos que viajo nos mesmos horários que estas mulheres, mas nada como uma tragédia à escala mundial para nos por a conversar como se fossemos velhas amigas.
não deixa de ser curioso como um ensaio de som consegue ser mais entusiasmante do que o próprio concerto. há um encanto especial nos últimos instantes de descoordenação coletiva/busca da harmonia coletiva.
já vamos em março. sinto-me ligeiramente idosa, com o tempo a escorrer-me por estre os dedos, a querer fazer cada vez mais coisas e a passar parte do dia em modo zombie, de tão cansada.
além disso, ganhei um renovado entusiasmo pela leitura, destafeita perguntem a sarah gross. ando a fazer um esforço para ler devagar e não saltar partes.
eu levava um saco da mercearia açoriana e o moço oriental levava um saco do supermercado japonês.
não sei se ele também levava uma surpresa para fazer um mimo a quem precisa, mas espero que sim.
tenho andado a pensar que, se pudesse falar comigo quando tinha 20 anos, dizia para não me levar tanto a sério. e que a idade traz cenas boas: estou muito mais gira e divertida.
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também dizia para começar a fazer pilates mais cedo, faz muito bem.