28/11/06

4ª versão da morte de j. *

o seu primeiro congresso… e em são tomé e príncipe!
j. tinha visto, havia pouco tempo, um documentário sobre as suas roças e praias paradisíacas, tinha tido uma namorada que tinha lido o "equador" de fio a pavio, e que lhe descrevia, animadíssima, os detalhes da viagem de luís bernardo (pensando nela, que seria feito da angelina? nunca mais tinha sabido dela), e estava, definitivamente, a precisar de apanhar uns raios de sol que lhe tirassem a tez amarelada provocada por demasiadas horas de estudo em cima dos manuais.
era um congresso de reabilitação cardiovascular, não era propriamente a matéria que mais curiosidade lhe provocasse, mas decidiu que ia mesmo assim.
no dia da partida, acordou particularmente bem-disposto, acabou de preparar a mala, fez o check-in com tempo, e até conseguiu um lugar à janela, para poder apreciar melhor a aterragem… nem a segurança do aeroporto, nem as hospedeiras souberam explicar como é que j. caiu entre a escada e o avião, e se esparramou no chão do aeroporto da portela.

ainda por cima, nunca chegou a sair de solo nacional e atrasou a saída do voo em 2 horas.

* eu posso ser contra a pena de morte, mas os acidentes acontecem...

27/11/06

ia começar a semana a fazer uma piada fácil sobre uma eventual disputa entre o grupo desportivo os minhocas (ilha das flores) e o grupo desportivo dos biscoitos (ilha terceira), mas depois lembrei-me que também existe o clube desportivo rabo de peixe (ilha de s. miguel), e achei por bem meter a viola no saco, e não me meter com estes clubes, que até têm bastante mérito.

pergunto-me, no entanto, se o fenómeno toponímico e dos nomes dados à agremiações* desportivas neste arquipélago está devidamente estudado... valia a pena.

*bonita palavra, acho que ainda não a tinha usado por aqui.

26/11/06

há que saber interpretar sinais:
quando é mais fácil ir procurar um requerimento de apoio judiciário na página da Segurança Social do que na pasta dos meus documentos (onde eu tenho quase a certeza que o tinha guardado), é altura para rever a (des)organização dos documentos guardados no meu computador e tentar dar-lhe um jeito.

23/11/06

há umas novidades que, simplesmente, não são novidades, por exemplo: Cantinas não passam no exame.
ora, algures na minha longínqua adolescência, lembro-me bem, a cantina da escola onde estudei chegou a ser fechada uma semana inteirinha por falta de condições.
escusado será dizer que eu comia lá antes de ter sido fechada, passei uma semana a comer no bar, voltei a comer na cantina quando reabriu e, francamente, não dei por diferença nenhuma da qualidade.
acho que só por sorte não apanhei nenhuma coisinha má e, pelos vistos, assim continuam as escolas.

22/11/06

fui, mais uma vez, à biblioteca pública de ponta delgada em busca do que não se encontra em mais nenhum sítio (a colecção completa do diário da república desde que começou a ser publicado, no caso, um jornal de 92), mesmo perto da hora do fecho - às 19 horas, este conceito de horário alargado é uma enorme vantagem - os funcionários continuavam bem dispostos e simpáticos!

e, enquanto estive à espera que a senhora que me atendeu encontrasse o jornal de que precisava, reparei que ela estava a ler um livro de receitas, aberto na página em que explicavam a fazer gomos de laranja em calda, aproveitei para ver que são precisas 9 laranjas grandes, 1/2 kg de açucar e um copo de água.
confesso que, como não havia chocolate na lista, não tentei ler como se manipulam estes ingredientes para chegar ao resultado final (que, de acordo com a fotografia, até nem tinha mau aspecto), o pecado da gula é muito limitativo das receitas de sobremesas que se aprendem...
encontrei o despacho de que precisava, agradeci aos senhores e desejei-lhes boa tarde, ao passar pela cafetaria, comprei um snickers. mais uma vez, a gula levou a melhor.

21/11/06

3ª versão da morte de j.*

pela primeira vez nos 4 anos em que j. trabalhou para a empresa do tio alves, a venda de guarda-chuvas fluorescentes aumentou de modo considerável, e tornaram-se responsáveis por 1/5 dos lucros no final do ano.
o tio alves até aquela altura não tinha gostado muito de ter família a trabalhar na sua empresa, mas tinha sido um pedido desesperado da sua irmã mais nova que não tinha podido recusar. apesar disso, era um homem justo, chamou o j. à sua sala, e ofereceu-lhe um cheque com uma bonificação extra, e desejou que, no próximo ano, j. tivesse ainda mais sucesso, quem sabe se não chegaria a sócio, se trabalhasse com afinco suficiente?
já estava mesmo no fim do dia de trabalho, j. só teve tempo de agradecer comovido, e saiu a correr para marcar mesa no restaurante da moda, não podia perder esta oportunidade de celebrar com a sua marlene.
e que bem estava a correr a refeição, finalmente podia comprovar que o xl era um restaurante e pêras, a sua marlene estava encantadora com um discreto vestido preto, e ele olhava-a em silêncio e pensava se seria esta uma boa altura para a pedir em casamento.
- então querido, vais deixar arrefecer a tua lasanha à bolonhesa… és mesmo tonto, quem é que se lembra de pedir lasanha num restaurante destes…
j. sorriu e experimentou uma garfada. de repente, o restaurante todo só ouvia os gritos de marlene a perguntar quais os ingredientes da lasanha, para saber qual das alergias alimentares de j. tinha dado origem a esta aflição, mas já era tarde demais, j. só teve tempo de levar a mão ao bolso, e agarrar o cheque do tio alves, que não tinha tido tempo para depositar.

* eu posso ser contra a pena de morte, mas os acidentes acontecem...

20/11/06

mais uma notícia interessante, daquelas que aumentam a cultura geral dos leitores: Camundongos vão testar comida dos Jogos de Pequim.

depois de uma busca rápida na grande rede, descobri que os camundongos são uns ratinhos de laboratório (aqui há mais informação sobre os ditos: COBEA - Animais de Laboratório), e não acho nada simpático que os chineses os usem para experimentar a comida dos atletas.
outra ideia chinesa mesmo no fim da notícia também me parece um bocado estranha: "cães e gatos de rua vão ser recolhidos e artilharia será usada para dispersar nuvens, garantindo um céu azul durante a duração do evento, diz o correspondente da BBC em Pequim, Quentin Sommerville."
nem quero imaginar o que vão fazer aos bichos (embora também calcule que os podem querer usar para mais experiências de laboratório) e vão ter bom tempo, nem que seja à força...
acho que estão a levar isto dos jogos olímpicos demasiado a sério.

19/11/06

desde hoje à tarde, foi destacado na minha lista de palavras preferidas o verbo catrapiscar.

eu catrapisco
tu catrapiscas
ele catrapisca
nós catrapiscamos
vós catrapiscais
eles catrapiscam

e todos nós ficamos mais bem dispostos.

16/11/06

e para este meu fim-de-semana, que começa mais cedo, prevê-se uma visita à Igreja de S. Roque e ao Museu Nacional do Traje e da Moda.
vai ser animado, muito animado.
posto isto, até ao meu regresso.

15/11/06

e hoje, dedico-me a títulos simpáticos:
- boas notícias para os residentes no arquipélago dos açores:
Preço das gasolinas baixa dois cêntimos na sexta-feira
- boas notícias para todos os que adoram chocolate:
Saúde: Chocolate preto ajuda a prevenir problemas cardíacos - estudo
- boas notícias para as enfermeiras inglesas admiradoras de george michael:
George Michael fará show só para enfermeiras
- boas notícias para quem tem excesso de fios eléctricos espalhados à volta:
Cabos e tomadas podem virar coisa do passado
- boas notícias para a noiva de tom cruise, katie holmes:
No casamento, Cruise deve prometer panela e gato para noiva

14/11/06

2ª versão da morte de j. *

finalmente j. tinha encontrado a edição perfeita do POC: com capa dura, azul e letras douradas… de luxo.
além disso, o natal estava próximo e já tinham começado a chegar circos à cidade. estava radiante, adorava os palhaços, os trapezistas, os malabaristas… só as feras é que lhe criavam algum receio mas, mesmo assim, não havia ano em que não tivesse ido assistir a, pelo menos, um espectáculo.
de repente, sentiu uma nova força interior e, depois de quase um ano a ganhar coragem para demonstrar o interesse que sentia pela zézinha, sua colega de open space, no escritório de contabilidade onde trabalhava, decidiu convidá-la para o acompanhar à matiné do circo no domingo seguinte.
a zézinha achou a ideia enternecedora, apesar de preferir as feras e de só recentemente ter ultrapassado o seu medo de palhaços (especialmente do palhaço rico), e aceitou prontamente, aliás, já andava há uns tempos com vontade de privar mais perto com j. mas, por um lado, era tímida e, por outro, não queria parecer demasiado atiradiça.
mesmo perto da hora da saída, j. foi chamado ao gabinete do chefe para falarem sobre um cliente que atrasava sistematicamente a entrega dos documentos para o IVA. ao voltar para o open space, para ir buscar o POC (que até já considerava ofertar à zézinha pelo natal), ia distraido a pensar em como a vida lhe estava a correr bem, não viu o fio de um telefone que tinha sido levado de uma secretária para outra, tropeçou e bateu com a cabeça contra a quina da sua própria secretária com tal força que o POC até caiu no chão.
quando o chefe o encontrou já nada havia a fazer, mas resolveu guardar o POC para si, realmente era uma bela edição.

* eu posso ser contra a pena de morte, mas os acidentes acontecem...

13/11/06

por um lado, devemos estar na época de acordar da hibernação, não faz muito sentido, bem sei que devia ser lá mais para o quentinho da primavera, mas acho que podemos culpar as alterações climáticas por estas notícias:
PND prepara eleições
Santana atribui queda do seu Governo a “conjugação de interesses”

por outro lado, os Estados Unidos acreditam que Fidel morre em 2007.
- ora, se em cuba a esperança média de vida é de 77,23 anos (de acordo com a wikipédia, nem sempre muito precisa), e se o senhor fez 80 anos neste mês de agosto (dia 13, para o mais curiosos), estatisticamente falando, não me parece que seja tão garantido como isso a sua morte, ainda está muito perto da média;
- além do mais, cuba é conhecida pelos seus bons serviços médicos;
assim, com base em que adivinhos é que fizeram esta previsão?

não terão os americanos um equivalente ao sábio provérbio "morte desejada, vida acrescentada"? é que, se continuam a agoirar desta maneira, e o senhor fica por cá mais uma década ou duas só para os chatear, ainda dá para mais 1 ou 2 presidentes americanos, nas calmas e a rir de gozo.

11/11/06

dia de s. martinho dá azo a uns poucos provérbios, por exemplo:

Dia de São Martinho, castanhas e vinho.
Dia de São Martinho, comem-se as castanhas e bebe-se o vinho.
Dia de São Martinho, lume, castanhas e vinho.
Dia de São Martinho, mata o teu porco e bebe o teu vinho.
Dia de São Martinho, prova o teu vinho.
Dia de São Martinho, vai à tua adega e prova o teu vinho.

Em dia de São Martinho, semeia os teus alhos e prova o teu vinho.

não percebo é o que está ali a fazer a referência à matança do porco, e não tenho espaço para plantações na minha mini-varanda... na minha ideia, bastam as castanhas (algumas das quais tinham bicho, o que é sempre bom sinal, porque, como se sabe, o bicho escolhe o melhor fruto), e o vinho abafado também não estava nada mau (daqui por umas semanas, mais calminho, ainda estará melhor, já me fiz convidada para mais um almoço).

nesta busca de provérbios, encontrei outros assustadores:
Dia de Santo André, quem não tem porco, mata a mulher.
Em dia de Santo André, quem não tem porco que mate, amarra a mulher pelo pé.
eles a darem-lhe outra vez com o porco, quem diria que até serve para justificar violância conjugal...

10/11/06

ia eu distraidamente pela rua fora, eis senão quando... sou interpelada por um adolescente sorridente (que estava na companhia de outros adolescentes também muito sorridentes, eu é que não tinha reparado):
- ó senhora, não quer comprar uma rifa para ajudar na nossa viagem de finalistas?
- hmmm... e qual é a escola?
- a melhor! antero de quental!
- ahn... eu andei na domingos rebelo...
- e foi muito boa escolha! mas os da domingos rebelo não estão aqui a apanhar chuva como nós, a tentar vender rifas!

como achei que estava bem visto, lá dei 50 cêntimos por uma rifa, e arrisco-me a ganhar um fim-de-semana na residencial goretti que, segundo informações desse finalista, "fica mesmo ali em santa clara, e é muito boa".

09/11/06

Governo diz que adesão à greve foi de 11,74 por cento e, calhando, deve ter sido só por causa das Greves no Metro e na Soflusa atingem 530 mil passageiros, porque estes 11,74 % não conseguiram transportes alternativos para chegarem às respectivas repartições a tempo...

por cá (onde não somos servidos nem pelo metro, nem pela soflusa), e não desmerecendo no direito à greve, os funcionários da secção central do tribunal de ponta delgada devem ter feito mais uns quantos amigos (pelo menos de manhã, altura em que tive de ir ao tribunal), pelo menos as pessoas que deram com o nariz na porta fechada, sem qualquer aviso, e que, enquanto lá estive à espera, foram umas poucas.
e para não sair deste espírito, até o arguido do meu julgamento não apareceu.

08/11/06

Imelda Marcos, a senhora que foi 1ª dama das filipinas, que tinha uma colecção extraordinária de sapatos, que foi mais o seu ferdinand de fugida para passar uma temporada para o hawaii e que voltou para as filipinas para se candidatar em eleições presidenciais, arranjou um novo entretenimento: fazer bugigangas (confirma-se nesta notícia: Imelda Marcos lança grife de moda com coleção de bijuterias), e parece que ainda tem tempo para considerar candidatar-se, de novo, à eleições presidenciais de 2007.
alguém que lhe arranje mais bugigangas, por favor, parece que a senhora ainda tem é muito tempo vago nas suas mãos.

07/11/06

1ª versão da morte de j.*

j. estava radiante, nessa manhã, tinha garantido mais um cliente e, finalmente, todo o seu esforço tinha sido recompensado com o convite feito pelo dr. alves para se tornar associado da sociedade de advogados onde ambos trabalhávamos.
aliás, estava de tal maneira que até me convidou para almoçar: “santos, é naquele restaurantezinho que tem os jaquinzinhos… por minha conta!”, gritou-me enquanto eu tentava falar com um cliente espanhol ao telefone, e lhe fazia sinais para se calar.
pela 1 da tarde, íamos a subir a avenida da república, já perto do cruzamento com a avenida de berna, em direcção ao restaurante, quando toca o meu telefone, abrandei um bocado o passo para ver quem era, atendi e, de repente ouço uma travagem brusca e um barulho de uma pancada seca, quando levantei os olhos, vi um 56 mal parado, as pessoas lá dentro em pânico, e uma perna do j. para cá da roda dianteira direita, quanto ao resto do corpo, já era uma mistura com o autocarro.
dei por mim a pensar no azar do j., nem sequer era um percurso completo, aquele 56 ia só até ao areeiro, não ia para as olaias.


* eu posso ser contra a pena de morte, mas os acidentes acontecem...

06/11/06

Sentença de morte de Saddam divide países, por exemplo:

por acaso, e ressalvando que o senhor saddam hussein merece ser julgado e condenado por todas as enormidades que lhe são imputadas, preocupa-me que o presidente dos estados unidos ache que condenar uma pessoa à morte é um feito positivo, além disso, também me preocupa dar por mim de acordo com o nosso próprio presidente.

se a primeira preocupação não me espanta (em 38 dos 50 estados dos estados unidos a pena de morte é oficialmente permitida, de acordo com a wikipédia, por isso, é normal que o presidente bush ache que o estado mandar matar pessoas é boa ideia), a segunda é assustadora... eu não estava preparada para isto.

preocupações à parte, nunca percebi o que é que a pena de morte resolve, parece-me uma saída fácil para o criminoso e uma triste consolação para os que ficam. arranjem penas mais criativas, se não acham a cadeia suficiente, no caso da pessoa saddam hussein, talvez o encarceramento em prisão solitária, com uma televisão a passar discursos do senhor bush as 24 horas do dia, agora condená-lo à morte por 5859 crimes diferentes (mais crime, menos crime), e depois ele morrer só uma vez... é que não me consigo convencer da utilidade prática, até para ele que há-de arranjar maneira de se convencer que vai morrer como mártir da perseguição do grande satã.

04/11/06

hoje, apeteceu-me comer gelado, como é coisa que não tinha em casa, e que demora um bocado para fazer, resolvi ir ao supermercado mais próximo, onde me cruzei com um amigo com quem já não estava há imenso tempo.
ora, em 5 minutos de conversa:
- consegui que ficasse horrorizado porque não sou feliz proprietária de nenhum leitor de dvd's (aliás, a própria da televisão que tenho em casa é emprestada...);
- consegui que ficasse escandalizado porque fui de carro (apesar de o supermercado ficar a 10 minutos da minha casa, já estava de noite, e o gelado ainda derretia todo pelo caminho...);
- fui obrigada a comprar iogurtes e queijo fresco para disfarçar, com algo de remotamente saudável, a caixa enorme de gelado de chocolate (a vergonha pela gula...);
- arranjei companhia para ir ver o filme Marie Antoinette, quando finalmente estrear nesta ilha...

03/11/06

em véspera de fim-de-semana, um elogio às pequenas coisas da vida de miúda:

é muito melhor fazer um vestido na costureira (modelo único e ao meu gosto, daqueles "chiques a valer"), do que comprar feito, ter de mandar acertar para o meu corpo, e ainda cruzar-me com mais modelos iguais na mesma festa.

02/11/06

não é que eu ache má ideia receber correio electrónico do senhor director-geral dos impostos, especialmente porque o senhor se esforça por me mandar informação útil sobre esta coisa dos impostos e da página das finanças (a última é que há uma nova funcionalidade que permite a emissão, consulta e validação de certidões), mas já não gosto que se dirija a mim como sendo "Ex.mo. Senhor".

bem sei que os contribuintes devem ser todos iguais aos olhos do senhor director-geral, mas parece-me que devia ser na questão de rendimentos, ou seja, todas as pessoas dentro de uma categoria de rendimentos devem ser tratadas de igual forma.
definitivamente, não acho nada simpático saber que na direcção-geral das finanças não se dão ao trabalho de distinguir contribuintes-homens de contribuintes-mulheres, e que acham que uma rita merece ser tratada por "senhor"... é que podiam ter arranjado uma fórmula neutra, por exemplo, tratando só a pessoa por "contribuinte", se não querem pôr o mais comprido (mas abrangente) "exmo.(a.) senhor(a)".

01/11/06

pois que o Google Analytics dá muita informação útil sobre as minhas visitas e acusou que, nesta última semana, estes devaneios tiveram mais visitas vindas da ilha terceira que da minha própria ilha, portanto, cá deixo um grande bem-haja para os terceirenses que têm paciência para aqui vir, e para os restantes também, que estou mãos-largas.

e, já agora, cá fica um elogio ao jornal a união (http://www.auniao.com/), tem muito bom ar, não lhe encontrei zonas restritas e, quando não tenho paciência para ver o noticiário da rtpaçores nem para ler o jornal no café (o que acontece com alguma frequência, confesso), costumo ir dar uma passagem de olhos por lá.